Pesquisa técnica | Pré-impressão flexográfica
A matriz flexográfica deixou de ser apenas um relevo que transporta uma imagem. Em sua geração mais avançada, ela funciona como uma interface tridimensional e microestruturada, projetada para controlar ponto, pressão, tinta e estabilidade durante a impressão.
Durante muito tempo, a expressão “gravação de clichê” foi usada para descrever quase tudo o que acontece na fabricação de uma matriz de impressão flexográfica. O problema é que essa simplificação reúne fenômenos físicos completamente diferentes: o RIP calcula a retícula; o laser pode remover uma máscara; a radiação ultravioleta polimeriza o fotopolímero; o processamento remove o material não polimerizado; e, somente em arquiteturas de gravação direta, um laser de alta potência realmente remove material para criar o relevo.
Compreender essa cadeia é decisivo para avaliar as tecnologias disponíveis. Também impede que equipamentos, chapas, softwares e métodos de processamento sejam tratados como se fossem concorrentes diretos, quando muitas vezes ocupam camadas distintas — e complementares — do mesmo sistema.
A ideia central deste artigo: o resultado de impressão não pertence isoladamente à chapa. Ele emerge da combinação entre arquivo, screening, imageamento, exposição, química do material, processamento, microestrutura superficial, anilox, tinta, substrato, fita dupla-face, pressão e condição da impressora.
O processo completo: do dado digital à embalagem impressa
O fluxo moderno começa antes da sala de chapas. A arte precisa estar correta do ponto de vista regulatório, estrutural e gráfico; depois, o RIP converte a informação em um bitmap; o sistema de imageamento cria a máscara ou atua diretamente sobre o material; e as etapas seguintes transformam essa informação em uma geometria física capaz de transferir tinta.
Infográfico 1 — Sequência lógica e cadeia produtiva da matriz flexográfica.
O laser nem sempre “grava” o relevo
No fluxo digital LAMS, o laser infravermelho remove seletivamente a camada negra existente sobre a chapa. Em seguida, a luz UVA atravessa as áreas abertas e polimeriza o material. Portanto, o laser imageia a máscara; quem participa diretamente da formação do relevo é a combinação entre exposição, fotopolímero e processamento.
No sistema FLEXCEL NX, desenvolvido originalmente pela Kodak e hoje pertencente à Miraclon, o laser imageia um filme intermediário denominado Thermal Imaging Layer — TIL. Esse filme é laminado sobre a chapa para estabelecer contato íntimo e reduzir a presença de oxigênio durante a exposição. TIL, portanto, não é um nome genérico para qualquer filme ou método de gravação.
Já no DLE — Direct Laser Engraving — o laser de alta potência remove fisicamente o elastômero ou outro material gravável. Nesse caso, o fluxo pode dispensar LAMS, exposição UV e revelação convencional. O relevo, a profundidade e até geometrias em Z podem ser programados, mas o processo exige investimento elevado, exaustão adequada e controle dos resíduos gerados pela ablação.
| Tecnologia | O que o laser faz | Como o relevo é formado | Processamento posterior |
|---|---|---|---|
| LAMS digital | Remove a máscara negra | Fotopolimerização por UV | Solvente, água ou térmico |
| FLEXCEL NX / TIL | Imageia um filme separado | UV após laminação do TIL sobre a chapa | Conforme a família de chapa |
| Laser UV direto | Inicia polimerização seletiva | Fotopolimerização direta | Revelação compatível com o material |
| DLE | Remove fisicamente o material | Ablação programada em profundidade | Extração e limpeza dos resíduos |
A ciência do ponto: matemática, geometria e superfície
Existem pelo menos três dimensões que precisam ser separadas. A primeira é a retícula matemática, criada no RIP. Ela pode empregar estratégias AM, FM, híbridas ou algoritmos proprietários. A segunda é a geometria física tridimensional do ponto: topo, borda, ombro, base, altura e ângulo. A terceira é a microestrutura aplicada sobre o topo, cuja função é influenciar o filme de tinta.
A presença de oxigênio junto à superfície do fotopolímero interfere na polimerização radicalar. Esse fenômeno ajudou a impulsionar várias estratégias de flat-top dot: exclusão física do oxigênio por laminação, formulações com ponto plano incorporado, química menos sensível ao oxigênio e exposição LED mais previsível. Flat-top, portanto, é uma propriedade geométrica, não uma marca ou um único processo.
Na etapa mais recente da evolução, o objetivo deixou de ser somente reproduzir um ponto plano. Tecnologias como PureFlexo e Multi-Form Patterning, Pixel+/Q-Cells, Woodpecker e Intelligent Flexo criam ou calculam estruturas sobre áreas sólidas, bordas e retículas para combater pinholing, espalhamento indesejado, acúmulo de tinta, trailing-edge void, pontes entre pontos e instabilidade de densidade.
As principais famílias tecnológicas
| Família | Formação da imagem | Formação do relevo | Característica central |
|---|---|---|---|
| Fotopolímero analógico | Filme negativo | Exposição UV | Arquitetura tradicional, ainda presente em aplicações específicas |
| Digital LAMS | Laser IR abre a máscara negra | UV convencional ou LED | Ecossistema aberto com solvente, água ou térmico |
| FLEXCEL NX / TIL | Filme TIL imageado | UV após laminação | Contato íntimo e reprodução controlada da informação digital |
| Flat-top integrado | Normalmente LAMS | Química da chapa + exposição | Ponto plano incorporado ao material |
| Water-wash | Normalmente LAMS | UV | Remoção do polímero não exposto com sistema aquoso compatível |
| Processamento térmico | Normalmente LAMS | UV | Calor amolece o material não polimerizado, retirado por manta |
| Fotopolímero líquido | Filme ou máscara | UV em resina líquida | Relevante para chapas espessas, corrugado e aplicações lineares |
| DLE | Arquivo digital / RIP 3D | Ablação a laser | Relevo subtrativo programável em elastômeros, sleeves e placas |
A fronteira tecnológica do mercado em 2026
A inovação atual não está concentrada em uma única chapa. Ela aparece na integração entre óptica, screening, química do polímero, superfície, automação e interoperabilidade. Quatro movimentos merecem atenção especial.
1. Esko Quartz: resolução e microestruturas em frequência mais alta
O ecossistema Quartz, apresentado na drupa 2024 e disponibilizado globalmente em 2025, combina CDI Quartz, exposição XPS Crystal e Quartz Screening. A plataforma utiliza sistema óptico duplo e, segundo a Esko, trabalha com imageamento a 4.000 ppi e estruturas Q-Cells de 2.000 lpi. O objetivo é produzir sólidos mais uniformes, reduzir pinholes e pontes entre pontos, preservar detalhes e elevar a transferência de tinta.[4]
O salto não está apenas no número de ppi. O valor industrial vem da coordenação entre algoritmo, óptica, exposição LED, material homologado e parâmetros reais de impressão. Em julho de 2026, três chapas DuPont Cyrel — EASY ESXR, EASY EPR2 e FAST EASY EFXR — receberam certificação para o ecossistema. A EFXR tornou-se a primeira chapa de processamento térmico certificada nessa arquitetura.[7]
2. Miraclon FLEXCEL Prime: a chapa passa a atacar problemas de operação
Lançada globalmente em março de 2026, a FLEXCEL Prime representa uma evolução recente da plataforma FLEXCEL NX. Além de preservar a arquitetura de filme e laminação, a nova combinação de chapa e filme acrescenta propriedades denominadas Lift Resist e Stay Clean. O foco é reduzir levantamento e curvatura durante montagem e remontagem, trabalhar com menor impressão e resistir ao acúmulo e à secagem de tinta sobre a superfície.[5]
A Miraclon também informa redução da etapa UVC de aproximadamente 20 para cerca de cinco minutos e compatibilidade de adoção com sistemas FLEXCEL NX existentes. Em conjunto com o PureFlexo — baseado em padrões múltiplos de superfície — a inovação se desloca do “ponto perfeito” para a estabilidade da matriz durante a tiragem: limpeza, reutilização, pressão e disponibilidade da impressora.
3. XSYS Thermoflex Edge 80: velocidade, superfície e arquitetura aberta
A XSYS anunciou a disponibilidade comercial do Thermoflex Edge 80 em junho de 2026. A fabricante declara velocidade máxima de imageamento de 15 m²/h e introduziu o Woodpecker Nano 2400, executado a 2.400 ppi. O equipamento também incorpora monitoramento em tempo real, diagnóstico remoto e integração com a linha automatizada Catena+.[8]
Outro movimento relevante é a colaboração XSYS–HYBRID Software para integrar o Tectonics ao fluxo Thermoflex sob a marca FlexoFlow. A compatibilidade declarada com workflows que geram TIFF 1-bit padrão aponta para um mercado em que layout de chapa, RIP, imager e material podem interoperar sem depender obrigatoriamente de um único fornecedor.[9]
4. Asahi: automação touch-free e circuito de água
A Asahi atua simultaneamente em química de baixa energia superficial, processamento em água e automação. A família AWP combina chapas water-wash com a tecnologia CleanPrint, projetada para favorecer a liberação da tinta e reduzir a contaminação progressiva da matriz durante a impressão.
No CrystalCleanConnect, desenvolvido com Esko e Kongsberg, o fluxo automatizado procura reduzir múltiplas intervenções a uma operação integrada. A fabricante reporta redução de 12 etapas para uma e queda de 90% no tempo dedicado do operador. Já o AWP-LOOP utiliza filtração por membrana para manter parte relevante da água em circuito fechado; os números divulgados pela Asahi indicam aproximadamente três litros de efluente e retenção de 70% da água na operação.[10]
Leitura crítica necessária: os valores de produtividade, densidade, economia, OEE e sustentabilidade citados pelos fabricantes dependem da configuração de teste. Eles não devem ser interpretados como desempenho universal. A validação industrial precisa considerar a aplicação, a chapa, o anilox, a tinta, o substrato, a impressora e uma condição de referência comparável.
Solvente, água, térmico ou DLE: o que realmente muda?
O método de processamento não é uma simples preferência ambiental. Ele afeta tempo de produção, inchamento, secagem, estabilidade dimensional, infraestrutura, consumíveis e tratamento de resíduos. Além disso, tinta base água e chapa processada em água são conceitos independentes: uma chapa water-wash pode imprimir com diferentes famílias de tinta, desde que sua formulação seja compatível.
| Rota | Princípio | Pontos fortes | Variáveis e contrapartidas |
|---|---|---|---|
| Solvente | Dissolução/inchamento seletivo do polímero não exposto | Ampla base instalada e grande variedade de materiais | VOC, recuperação, composição do banho e secagem |
| Água | Remoção com água, detergente ou sistema aquoso específico | Redução ou eliminação de solvente orgânico no washout; ciclos potencialmente curtos | Efluente com polímero, surfactantes e sólidos; filtração e reuso são essenciais |
| Térmico | Calor amolece o polímero não curado, removido por manta | Sem washout por solvente e sem secagem convencional longa | Energia, manta reveladora, exaustão e resíduo sólido |
| DLE | Laser remove material e cria o relevo diretamente | Liberdade 3D, sleeves seamless e redução de etapas intermediárias | CAPEX, energia, produtividade de ablação, fumaça e partículas |
Entre as soluções water-wash encontram-se Asahi AWP, Fujifilm Flenex FW, Toyobo Cosmolight e Toray RESOLUCIA, cada uma com química e janela de aplicação próprias. No processamento térmico, DuPont Cyrel FAST e XSYS LAVA representam arquiteturas consolidadas. Em DLE, plataformas da HELL, Continental e SPGPrints demonstram que o relevo pode ser tratado como manufatura subtrativa digital, particularmente em elastômeros e sleeves.
Demonstração prática: processamento water-wash FLEXCEL NX Ultra
O vídeo técnico abaixo, publicado pela Miraclon, demonstra passo a passo a produção de chapas no processador FLEXCEL NX Ultra 42. Ele permite observar como as etapas de processamento, lavagem e acabamento são organizadas em um fluxo aquoso integrado.[17]
O software também fabrica o comportamento da matriz
O arquivo que chega ao platesetter já contém decisões decisivas. PACKZ/HYBRID, Esko e Kodak Prinergy atuam diretamente em separações, trapping, curvas, screening, RIP e geração de TIFF 1-bit. Tecnologias como Velvet Screening, Intelligent Flexo, Crystal Screens, Print Control Wizard, Pixel+, Q-Cells e Woodpecker determinam onde os pontos existirão, como as transições serão construídas e quais estruturas serão imageadas sobre sólidos e bordas.
Outras plataformas ocupam camadas anteriores. Loftware e sistemas de gestão de artwork protegem conteúdo, versão e conformidade; Arden Impact trabalha com design estrutural, faca e dieline. Elas influenciam a cadeia, mas não devem ser classificadas como tecnologias de gravação ou RIP flexográfico.
Conteúdo e conformidade
SKU, idioma, código, alergênicos, versão, aprovação e rastreabilidade.
Estrutura da embalagem
Dieline, faca, dimensões, áreas de segurança, nesting e repetição estrutural.
Pré-impressão e RIP
Separações, trapping, curvas, screening, bitmap e TIFF 1-bit.
Produção física da matriz
Imageamento, exposição, processamento, acabamento, inspeção, corte e montagem.
Quatro gerações de evolução tecnológica
Infográfico 2 — A evolução deixa de mirar apenas a imagem e passa a atacar o comportamento da tinta durante a tiragem.
Como escolher uma tecnologia de matriz
A pergunta “qual é a melhor chapa?” é insuficiente. A decisão tecnicamente correta começa pela aplicação e pela janela de processo que a empresa precisa sustentar. Para isso, a homologação deve cruzar ao menos os seguintes eixos:
Reprodução
Lineatura, ponto mínimo, reversos, texto, código, degradês, densidade de sólidos e tolerância ao ganho.
Transferência
Volume e lineatura do anilox, reologia e tensão superficial da tinta, substrato e velocidade.
Mecânica
Dureza e espessura da chapa, fita dupla-face, compressibilidade, pressão, montagem e repetição.
Operação
Tempo de fabricação, limpeza, resistência ao inchamento, vida útil, remontagem e estabilidade em tiragem.
Infraestrutura
Compatibilidade com imager, exposição, processador, exaustão, tratamento de efluente e automação.
Economia e ambiente
Custo por m² útil, desperdício, energia, água, VOC, consumíveis, resíduos, transporte e descarte.
O protocolo de homologação deve manter constantes as variáveis que não estão sob avaliação e medir a resposta do sistema: densidade, ganho, contraste, ponto mínimo, estabilidade de destaque, pinholing, acúmulo, frequência de limpeza, velocidade sustentável, desperdício e vida da matriz. Sem esse desenho experimental, a comparação corre o risco de medir apenas diferenças de acerto de máquina.
Sustentabilidade exige fronteiras equivalentes
Não é defensável reduzir a análise ambiental a “solvente ruim, água boa, térmico bom e laser melhor”. Cada rota desloca impactos entre energia, emissões, água, efluente, consumíveis e resíduos. O processamento em água remove VOC do washout, mas gera uma corrente aquosa que precisa ser tratada. O térmico elimina a lavagem por solvente, porém usa energia e manta reveladora. O DLE dispensa a revelação química, mas consome energia e gera partículas de ablação.
Uma comparação coerente deve adotar a mesma unidade funcional — por exemplo, 1 m² de matriz pronta para imprimir durante determinada vida útil — e incluir a eficiência que a solução produz na impressora. Uma chapa que reduz paradas, descarte, acerto, tinta e pressão pode deslocar o maior ganho ambiental para o chão de fábrica, e não necessariamente para a sala de chapas.
O que vem a seguir
Os lançamentos e parcerias mais recentes indicam cinco frentes de disputa tecnológica:
- Microengenharia da superfície: controlar o filme de tinta em escala micrométrica.
- Screening orientado por dados: calcular padrões e transições a partir das condições reais de impressão.
- Automação touch-free: reduzir manuseio, transporte e decisões subjetivas na sala de chapas.
- Interoperabilidade: conectar software, TIFF 1-bit, imager, exposição e chapa em ecossistemas validados, mas progressivamente mais abertos.
- Eficiência na impressora: medir a matriz por uptime, estabilidade, limpeza, reutilização, velocidade sustentável e desperdício — não apenas por resolução nominal.
Veja o ecossistema em vídeo
A Flexo In Foco publicou um vídeo que apresenta, de forma visual e objetiva, o ecossistema de tecnologias envolvido na produção da matriz flexográfica.
Assistir no Instagram da Flexo In FocoConclusão
A matriz contemporânea executa quatro funções simultâneas. Ela é informacional, porque reproduz o bitmap; mecânica, porque recebe compressão e precisa recuperar sua geometria; reológica, porque interfere no comportamento da tinta; e metrológica, porque precisa transformar parâmetros digitais em uma forma física repetível.
É por isso que a indústria avançou de filmes e máscaras para flat-top, LED, Q-Cells, padrões de superfície, químicos de baixa energia superficial, automação integrada, circuitos de água e workflows interoperáveis. A inovação mais importante já não é apenas “gravar melhor”. É construir uma matriz capaz de sustentar uma janela de processo maior, mais limpa, previsível e produtiva.
Referências técnicas e fontes
- ISO 12647-6:2020 — Process control for flexographic printing. Norma confirmada em 15 de dezembro de 2025.
- Sasaki, H. — The Latest Flexographic Printing Technology. J-STAGE, 2012.
- Miraclon — FLEXCEL NX System e PureFlexo Printing.
- Esko — CDI Quartz e lançamento global do ecossistema Quartz.
- Miraclon — lançamento da FLEXCEL Prime Plate, 12 de março de 2026.
- DuPont — Cyrel FAST Thermal Workflow e portfólio Cyrel.
- DuPont — certificação de três chapas Cyrel para o ecossistema Esko Quartz, 2 de julho de 2026.
- XSYS — disponibilidade comercial do Thermoflex Edge 80, 17 de junho de 2026.
- XSYS e HYBRID Software — integração Tectonics/FlexoFlow com Thermoflex, 20 de abril de 2026.
- Asahi Photoproducts — CrystalCleanConnect, AWP-LOOP e equipamentos AWP e chapas water-wash AWP.
- Fujifilm — Flenex FW water-wash plate.
- HYBRID Software — Velvet Screening e CLOUDFLOW / Intelligent Flexo.
- SCREEN — PlateRite FX.
- HELL Gravure Systems — PremiumSetter.
- Continental — CONTI Laserline.
- MacDermid Graphics Solutions — guia de seleção de chapas fotopoliméricas.
- Miraclon — FLEXCEL NX Ultra 42 Processor Demo: Water Wash Flexo Plates. Vídeo técnico no canal oficial da empresa no YouTube.
Créditos das imagens
- Comparação PureFlexo: Miraclon, material de divulgação da tecnologia PureFlexo.
- CDI Quartz: Esko, imagem oficial do produto.
- Thermoflex Edge: XSYS, imagem oficial de lançamento.
- CrystalCleanConnect: Asahi Photoproducts, imagem oficial do equipamento.
Flexo In Foco — Treinamentos e Consultoria
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